será que a técnica vale mesmo à pena e veio pra ficar e reescrever a 7° arte?

Ultimamente têm-se averiguado muito um certo mimimi em volta dos filmes 3D, o pior e que essa reclamação não é só por causa de filmes porcamente feitos com o recurso ou com outros detalhes que ainda são ruins na tecnologia (inclusive o preço caríssimo dos ingressos), está contra o 3D de fato, mas como uma novidade, algo pop, e convenhamos, a gente já viu esse filme antes (A lagoa Azul? /tun-tás!), isso está mais para qualquer coisa difundida e de massa na indústria cultural do que só pelo 3D mesmo.
Mas enfim, não quero criar um texto defendendo 3D e também mimimizando contra os 3D-haters, muito pelo contrário, quero estabelecer um raciocínio sobre onde essa atual moda que pode redirecionar os rumos da industria cinematográfica e sobre o que ela tem pra melhorar também.
O principal ponto disso é: muita gente afirma que o 3D é uma evolução natural do cinema que conheçemos (assim como foi os filmes à cores e sonoros), mas afirmar SÓ ISSO pra defender o 3D que vemos hoje é errôneo, veja porque:

